O objetivo do seguro é protegê-lo do impacto financeiro em um determinado evento futuro, que pode ou não acontecer. A este evento futuro, que pode levá-lo a uma situação de desequilíbrio financeiro e do qual você quer se proteger, damos o nome de risco. Hoje em dia já é possível encontrar seguros para a cobertura dos mais variados riscos, como por exemplo, o risco de ter seu carro roubado, o de sofrer um acidente e não poder trabalhar por vários meses, o de perder o emprego e não conseguir manter o pagamento das prestações em dia ou, o pior deles, o de vir a falecer e deixar sua família desamparada. Vale notar, contudo, que seguro não deve ser visto como um substituto à formação de um patrimônio. Mas, como uma forma inteligente de melhorar a qualidade dos seus gastos, uma vez que se trata de uma despesa que protege o seu orçamento de riscos.
O valor a ser pago pelo seguro está condicionado a uma série de variáveis que são levadas em consideração pelas seguradoras. Idade, sexo, estado civil, número de filhos, número de condutores do veículo e a existência de garagem residencial e no trabalho são alguns dos itens que são computados no momento da assinatura do contrato. Com isso, homens solteiros e sem filhos pagam mais pelo seguro do que os casados. Homens mais velhos têm o valor do contrato reduzidos em relação aos mais novos.
As modalidades de contratação são inúmeras e cobrem desde danos a terceiros até a perda total do veículo por colisão, roubo ou incêndio. Apesar dos altos preços dos seguros automotivos (em média R$ 1,1 mil para os carros populares, dependendo da seguradora e do perfil do segurado), a tendência é de queda progressiva nos preços. O cliente deve levar em conta não só o preço, mas também os serviços oferecidos. Além disso, o cliente só deve fazer seguro com um corretor habilitado pela Superintendência de Seguro Privado (Susep) e em empresas idôneas.